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Com Novo Fies, estudantes têm mais facilidade para ingressar no ensino superior

Mudanças no fundo de financiamento trouxeram mais segurança e transparência para os candidatos

Neste ano, o Novo Fies vai ofertar 310 mil oportunidades. Somente para o primeiro semestre, foram 155 mil vagas. O processo ainda está em andamento, e os candidatos à lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) têm até o dia 23 de maio para serem pré-selecionados.  

Das 155 mil vagas ofertadas no começo de 2018, 75 mil foram destinadas ao P-Fies. Essa nova categoria destina-se a estudantes com renda familiar de até cinco salários mínimos. Para atender a essa parcela de candidatos, o Novo Fies tem recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento. Já o Fies financia estudantes que recebem até três salários mínimos a juros zeros.

Para o diretor de Políticas e Programas de Educação Superior do Ministério da Educação, Vicente Almeida Júnior, as mudanças no programa permitem ampliar a faixa de acesso dos estudantes. “Antes, você tinha um modelo de financiamento concentrado em estudantes de até 3 salários mínimos. Agora, nós ampliamos essa faixa. Evidentemente, isso permitirá mais estudantes ingressarem no ensino superior privado”, afirma.  

Tanto o Fies quanto o P-Fies financiam cursos superiores não gratuitos e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). No caso do Fies as vagas são destinadas a juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de três salários mínimos. Já o P-Fies é a nova modalidade criada pelo MEC no ano passado. Nesta nova versão, são atendidos alunos com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos. As fontes de financiamento são os recursos de Fundos Constitucionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

fonte: http://www.brasil.gov.br/educacao/2018/05/com-novo-fies-estudantes-tem-mais-facilidade-para-ingressar-no-ensino-superior

Influência dos pais define escolha da profissão de 72% dos vestibulandos

Pesquisa realizada pela Teenager Assessoria Profissional falou com estudantes da capital

A expectativa dos vestibulandos avança mais um pouco a partir da próxima segunda-feira (7), quando estarão abertas as inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no site do Inep. Quando o assunto é escolha da carreira, no entanto, o estudante ainda tem tempo para decidir: o site do Sisu só deve liberar a ferramenta no início do ano que vem. Essa decisão, porém, na maioria das vezes, é feita sob um ambiente de pressão. Uma pesquisa realizada pela Teenager Assessoria Profissional revela que pais são responsáveis por influenciar o curso escolhido de 72% dos candidatos da capital paulista a uma vaga na universidade.

O levantamento realizado em outubro do ano passado com alunos de escolas públicas e particulares, segundo coordenadores de cursos pré-vestibulares ouvidos pelo Destak, expõe a ansiedade das famílias em verem seus filhos em carreiras valorizadas, mesmo não sendo a real ambição do estudante.

“A maioria dos pais querem que o filho faça uma careira de elite como direito e medicina e, muitas vezes, o aluno não quer. Por isso é necessário um trabalho com ambas as partes. A função da família é apoiar o que o jovem quer e ajudar ele a conseguir alcançar aquele sonho. Família tem que ter a solução e não trazer o problema” afirma Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora pedagógica do Objetivo.

Para o diretor do Sistema de Ensino pH, Cláudio Falcão, também é dever da escola oferecer ao aluno uma visão ampla da realidade para que ele possa escolher a profissão a partir do seu desejo e vontade.

“Cabe um pouco de cada família fazer uma reflexão do que realmente é importante para os filhos. Não quer dizer que os pais não possam opinar, devem, como educadores, mostrar a realidade, vantagens e desvantagens, mas em última instancia, a escolha deve ser dos indivíduos até porque, se o filho não tiver feliz, pode se transformar em um profissional frustrado”, diz Falcão.

Universidades como USP, Unesp e Unicamp proporcionam visitas guiadas para jovens interessados em saber mais sobre cada carreira, que inclui palestras e conversas com profissionais e universitários. A escolha, no entanto, não precisa ser definitiva.

“A qualquer momento pode voltar atrás, até porque, é uma escolha feita muitas vezes com 16 ou 17 anos. Por mais que o estudante esteja preparado, ao entrar na universidade, pode sentir que não era aquilo que esperava. Nesse sentido, é preciso de tranquilidade e tempo. A exigência de formação no brasil é muito precoce. Se você não gostou, sempre existe a possibilidade de prestar um novo vestibular”, conclui Falcão.

 

fonte: http://www.destakjornal.com.br/cidades/sao-paulo/detalhe/influencia-dos-pais-define-escolha-da-profissao-de-72-dos-vestibulandos?ref=DET_destaqueshp_esportes

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